O capital de risco chegou ao nosso país trazendo boas oportunidades para as empresas brasileiras se expandirem e conquistarem novos mercados. A existência de um mercado de capital de risco ativo é de fundamental importância principalmente para o desenvolvimento das pequenas empresas de base tecnológica. Nesse sentido, o Portal Capital de Risco Brasil vem contribuir para a consolidação desse mercado, através da disseminação da cultura de capital de risco no País, da divulgação de informações a respeito desse emergente mercado e de uma maior aproximação entre empreendedores e investidores. O Portal Capital de Risco Brasil integra o Projeto INOVAR, uma iniciativa da FINEP - Financiadora de Estudos e Projetos com objetivo de desenvolver uma estrutura institucional para o desenvolvimento do capital de risco no Brasl. O Projeto INOVAR tem como parceiros o Banco Interamericano de Investimentos - BID, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE, a Fundação Petrobrás de Seguridade Social- PETROS, o CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, a ANPROTEC, a SOFTEX e o IEL.Estão reunidos aqui os empreendedores que precisam de capital para crescer, os investidores de risco em busca de novas oportunidades, as universidades e incubadoras de base tecnológica - celeiros de novas idéias e empreendedores, e agentes institucionais, entre os quais a FINEP, ativa indutora do desenvolvimento da indústria de tecnologia do país e que agora assume seu papel no apoio à criação de um ativo mercado de capital de risco no Brasil. Neste Portal, você vai ter acesso a uma série de informações que vão ajudá-lo a entender como funciona a indústria do capital de risco e quem são seus principais agentes. Entre nossos serviços, você vai encontrar:· fundamentos sobre a atividade de capital de risco· notícias atualizadas sobre investimentos de risco no Brasil· textos selecionados e artigos exclusivos, com um panorama do mercado de VC nos EUA e no resto do mundo· modelos prontos de planos de negócios e uma rede de consultores especializados para ajudá-lo a alavancar capital e gerir seu negócio de tecnologia· para os empreendedores, acesso aos investidores no Brasil para apresentar suas oportunidades de negócio· para os investidores, um contato direto com as empresas de tecnologia que já estão construindo o futuro· um fórum de discussão para a comunidade de Venture Capital, reunindo gestores de fundos, empreendedores, consultores e o meio acadêmico.
Fonte: www.venturecapital.gov.br
quinta-feira, 13 de março de 2008
quinta-feira, 6 de março de 2008
Aprenda como fazer seu dinheiro render mais e você chegar ao fim do mês sem ´aperto´
Especialista da FGV ensina como programar seu orçamento familiar
Rachel Vita
Rio - A renda da família da professora estadual Maria Aparecida Bruyn, 48 anos, chega a R$ 3 mil por mês. Com marido e dois filhos, ela acha que o dinheiro não rende e que fazia muito pouco com o orçamento. A pedido , o economista Andre Braz, do Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), analisou os gastos dos quatro moradores de São Gonçalo para o ‘De Olho no Seu Bolso’ (nobolso@odianet.com.br). Ao fim de quatro entrevistas, o orçamento foi concluído. “Impressionante. Jamais pensei que as despesas pequenas faziam tanta diferença”, disse a professora.
Aparecida e o marido, o comerciante Fernando Bruyn, conhecem boa parte do orçamento de cabeça. Sabem até quanto gastam com roupas e calçados por ano. Mas estavam acostumados a anotar salário e total que teriam para gastar por mês. Quando discriminavam, analisavam só despesas maiores.
Na primeira entrevista, Aparecida listou as principais contas dela, de Fernando e dos dois filhos. Na quarta conversa, depois de lembranças fundamentais, a professora descobriu que ainda tinha esquecido R$ 1.472, referentes à obra da casa.
“Orçamento é uma coisa complexa mesmo. É um exercício diário. Ao visualizar os gastos, a família consegue fiscalizar melhor as despesas e até economizar”, ensina André Braz. Foi o que aconteceu com Aparecida. “Não tinha idéia de que gastava R$ 200 com alimentação fora de casa. É muito! Meu filho recebe R$ 5 por dia para comer em uma pensão. E eu gasto na cantina da escola onde trabalho”, conta. A professora já decidiu: “Vamos cortar isso. Os dois vão comer na escola e vou poupar esse dinheiro”. No planejamento, Braz direcionou parte da renda da família para despesas fixas, como IPTU. Aparecida se assustou quando soube que teria que reservar R$ 36,25 mensais para quitar o imposto.
“Só isso? Dá para guardar e não pesar no começo do ano”, disse. Ao conhecer seu orçamento, a professora também constatou: “Não sabia que a gente fazia tanta coisa com pouco dinheiro. Mas podemos fazer mais. Basta cortar as bobagens”. A partir das dicas do especialista, o leitor poderá programar o orçamento familiar para evitar a ressaca financeira e ainda levar um bom troco no pagamento do IPTU de 2009.
Rachel Vita
Rio - A renda da família da professora estadual Maria Aparecida Bruyn, 48 anos, chega a R$ 3 mil por mês. Com marido e dois filhos, ela acha que o dinheiro não rende e que fazia muito pouco com o orçamento. A pedido , o economista Andre Braz, do Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), analisou os gastos dos quatro moradores de São Gonçalo para o ‘De Olho no Seu Bolso’ (nobolso@odianet.com.br). Ao fim de quatro entrevistas, o orçamento foi concluído. “Impressionante. Jamais pensei que as despesas pequenas faziam tanta diferença”, disse a professora.
Aparecida e o marido, o comerciante Fernando Bruyn, conhecem boa parte do orçamento de cabeça. Sabem até quanto gastam com roupas e calçados por ano. Mas estavam acostumados a anotar salário e total que teriam para gastar por mês. Quando discriminavam, analisavam só despesas maiores.
Na primeira entrevista, Aparecida listou as principais contas dela, de Fernando e dos dois filhos. Na quarta conversa, depois de lembranças fundamentais, a professora descobriu que ainda tinha esquecido R$ 1.472, referentes à obra da casa.
“Orçamento é uma coisa complexa mesmo. É um exercício diário. Ao visualizar os gastos, a família consegue fiscalizar melhor as despesas e até economizar”, ensina André Braz. Foi o que aconteceu com Aparecida. “Não tinha idéia de que gastava R$ 200 com alimentação fora de casa. É muito! Meu filho recebe R$ 5 por dia para comer em uma pensão. E eu gasto na cantina da escola onde trabalho”, conta. A professora já decidiu: “Vamos cortar isso. Os dois vão comer na escola e vou poupar esse dinheiro”. No planejamento, Braz direcionou parte da renda da família para despesas fixas, como IPTU. Aparecida se assustou quando soube que teria que reservar R$ 36,25 mensais para quitar o imposto.
“Só isso? Dá para guardar e não pesar no começo do ano”, disse. Ao conhecer seu orçamento, a professora também constatou: “Não sabia que a gente fazia tanta coisa com pouco dinheiro. Mas podemos fazer mais. Basta cortar as bobagens”. A partir das dicas do especialista, o leitor poderá programar o orçamento familiar para evitar a ressaca financeira e ainda levar um bom troco no pagamento do IPTU de 2009.
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