sábado, 8 de dezembro de 2007

10 dicas financeiras do DiSOP

Hoje no Brasil grande parte da população está endividada das mais diversas formas, cheque especial cartão de crédito, empréstimos bancários, inadimplência ou até mesmo agiotas. Como sair desta situação? O terapeuta financeiro Reinaldo Domingos, autor do livro Terapia Financeira – Quebre o ciclo de gerações endividadas e construa sua independência financeira! e da Metodologia DiSOP, passa abaixo algumas dicas de como sair dessa situação:

1º - Realizar orçamento preventivo, no qual deve constar o gastos como IPVA, IPTU, matrícula e material escolar, além das férias;

2º - Fazer um fluxo de caixa, informar em sistema ou planilha eletrônica o que irá pagar e receber nos próximos 12 meses;

3º - Não aplicar o seu dinheiro em um único investimento. Criar uma cesta de investimento (CDI/CDB, Previdência Privada, seguro capitalizado, etc.);

4º - Evitar investimentos arrojados com taxas de juros agressivas, o que pode ser uma armadilha financeira; aplique sempre em papéis e títulos com características moderadas ou seja sem grandes riscos;

5º - Antes de investir, consultar sempre um especialista em finanças, na impossibilidade do mesmo, gerentes de investimento dos bancos;

6º - Negociar e comprar com preço a vista e pagar a prazo;

7º - Planejar a aposentadoria por meio de uma auto-previdência, criando hábitos e costumes para investir mensalmente, aplicando 10% do seu ganho mensal,

8º -Não entrar no limite do cheque especial e nem se endividar no cartão de crédito, os juros são muito altos;

9º - Comprar somente o necessário, adie seus desejos imediatos, para realização de grandes sonhos no futuro;

10º - O processo de reeducação financeira não é rápido, assim, não desista nos primeiros obstáculos. Persistência e disciplina é o grande segredo do sucesso financeiro.

Fonte: Site DiSOP / WMulher

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

O Executivo e a Alfabetização Financeira

Muito do estresse a que o executivo está submetido é causado por ele mesmo. Principalmente quando se sente atraído por um estilo de vida e passa a consumir grande parte do que ganha e do seu tempo para mantê-lo. Quando a vida está sobrecarregada destes afazeres é interessante perguntar-se: "isto que estou fazendo atende a mim ou a meus amigos e pares?" Considere a possibilidade de reduzir seu estilo de vida, antes que o estresse o faça.
Ao invés de dedicar-se a ele, dedique-se a ter uma grande vida. O segredo é que o poder de atração está nela. A grande vida é atraente e é construída e pautada por valores, princípios e propósitos pessoais que têm a ver com você. Atraia pessoas e freqüente ambientes que os reflitam.
Não tenha ilusões, somente crianças e adolescentes podem fazer o que gostam, pois não têm de se preocupar com as conseqüências financeiras de seus atos. O adulto deve viabilizar o que gosta de fazer. Por vezes, terá de abrir mão do que gosta para ter o que quer.
Para a maioria ,emprego e fonte de renda estão colapsados. Ou seja, ou eu tenho um emprego ou não tenho fonte de renda. Mesmo alguns altos executivos pautam sua vida financeira pela seqüência ganhar e gastar: primeiro eu ganho meu salário e depois eu gasto. Neste pensamento, parar de trabalhar é praticamente um suicídio financeiro. Existe alternativa: primeiro faça dinheiro, depois invista, lucre e finalmente gaste, nesta ordem. Nela o dinheiro que entra não sai mais - ou seja, não precisa ser ganho de novo. A dificuldade que os executivos têm de adotar o segundo modo é a mesma de todos: abrir mão da gratificação imediata pela futura. Mas, é ela que irá assegurar um motor econômico mais eficiente e duradouro que somente o seu emprego. E deste modo gerar as condições para fazer sua riqueza e prosperidade.

Fonte: Administradores.com.br 21/11/2007Por:Sílvio Celestino http://www.administradores.com.br/noticias/o_executivo_e_a_alfabetizacao_financeira/12948/